São muitas as coisas que nos rodeiam em nosso cotidiano, porém no dia quatro de setembro pudemos observar uma situação peculiar e contraditória. Uma das integrantes do grupo indo para a casa logo após o término das aulas, com o auxílio do transporte público, presencia uma cena incomum no trajeto. Muitos passageiros, inclusive ela mesma, começam a tossir e um cheiro forte se espalha pelo ônibus. De repente se vê uma fumaça escurecida saindo de outro ônibus que circula a mesma região.
Imagens fotografadas Júlia de Barros Araújo
No dia seguinte, ao pegar a condução para ir ao colégio, se depara com isto:
Créditos: Júlia de Barros Araújo
O Jornal do Ônibus, folheto fixo em um mural logo atrás no assento do motorista, promove o trasporte público paulistano e ainda o qualifica como um meio "não poluente", ou melhor dizendo, sustentável, já que no Brasil ainda não há a utilização de combustíveis 100% não poluentes, induzindo assim o leitor a dar preferencia a veículos coletivos, tais como ônibus, trem e metrô, para se locomover diariamente.
Essa é uma ideia que realmente ajudaria na diminuição da emissão de gases poluentes e também no trânsito de São Paulo, todavia são muitos os ônibus, ou as chamadas peruas (normalmente menores e mais antiquadas), que precisam de ajustes na zona sul paulista. Não só pensando nas questões ambientais, mas também para um maior conforto dos cidadãos, que dessa forma sentiriam-se motivados a utiliza-los, deveria haver maior preocupação e investimento nos transportes públicos, visto que são muitos os que dependem deles.
Uma São Paulo moderna, assim como o próprio jornal especifica, necessita de maior tecnologia e cuidados em áreas essenciais como a de condução, mas não apenas para uma parte da cidade, a central, como acontece atualmente, mas sim investimentos que possam abranger e acolher todo o território paulista.
Uma grande iniciativa seria apostar no desenvolvimento de células combustíveis pois não agridem a natureza, produzem energia através de células de hidrogênio. O progresso de análises como esta resultariam em um meio de trasporte que não fosse realmente poluente, não ocorrendo mais casos como os vistos no dia quatro de setembro, impedindo também episódios contraditórios como este, onde em um dia se nota uma chaminé ativa perambulando no transito, prejudicando pessoas com doenças inflamatórias (sinusite), e que no outro exibi-se uma condição inexistente.




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